"Me rendo a sentimentos líquidos,
felicidades, ilusões alcoólicas,
simples e incontroláveis;
talvez um reflexo,
talvez um novo construto,
daquilo que penso ser eu...
Sem misturas, no seco;
minha vida; minha existência,
passando como fogo garganta abaixo,
como quem precisasse se engolir
para poder sorrir
Antes doce, agora amargo;
antes fraco, agora forte;
toda a transição de um ser insustentável
que no fim, no ultimo gole,
revela aquilo que tanto evita...
"O que sou, no fim de um copo de álcool?""
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